Comissionamento de transformadores a seco
Após uma inspeção cuidadosa antes da entrada em funcionamento, o transformador a seco pode ser alimentado para testes. Durante os testes, deve ser dada especial atenção aos seguintes pontos: Existem sons, ruídos ou vibrações anormais? Existem odores anormais, como o cheiro a queimado? Existe alguma descoloração causada por sobreaquecimento localizado? A ventilação é adequada? Além disso, devem ser observados os seguintes pontos:
Em primeiro lugar, embora os transformadores a seco sejam altamente resistentes à humidade, geralmente possuem estruturas abertas e ainda são suscetíveis à humidade, especialmente os transformadores a seco produzidos no Brasil, que apresentam um baixo nível de isolamento. Portanto, os transformadores a seco só conseguem uma elevada fiabilidade quando operados com humidade relativa abaixo dos 70%. Os transformadores a seco também devem evitar longos períodos de paragem para evitar humidade excessiva. Quando o valor da resistência de isolamento for inferior a 1000 Ω/V (tensão de funcionamento), significa que o transformador a seco está seriamente húmido e os ensaios devem ser interrompidos.
Em segundo lugar, os transformadores a seco utilizados para a elevação de tensão nas centrais elétricas são diferentes dos transformadores imersos em óleo. É proibido operar no lado de baixa tensão em circuito aberto para evitar sobretensão na rede ou descargas atmosféricas na linha, que podem provocar a transmissão de sobretensão e a rutura do isolamento do transformador a seco. Para evitar a transmissão de riscos de sobretensão, deve ser instalado um conjunto de pára-raios de proteção contra sobretensão (como os pára-raios de óxido de zinco Y5CS) no lado da barra de tensão do transformador a seco.

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